quinta-feira, 26 de novembro de 2009
@ IMPORTANTE! IMPORTANTE! IMPORTANTE!
E eu estou meia sem tempo pra ORGANIZAR o fã-clube, então tomei a decisão de DESATIVAR o fã-clube até 2010 (sem mês e data não prevista). Como eu prometi no fotolog e no nosso twitter vou dar um jeito de postar dia 25 de dezembro e dia 31 desejando boas festas...
Beijão,
@jeessicarezende
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
@ NX Zero foge do cIichê emo em 'Sete chaves'
Fonte: Globo.com
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
@ NX Zero: A afinidade e o sonho de um grupo que não para de voar
Com o lançamento do CD que já é o mais vendido do Brasil, a banda se reinventa e mostra que está pronta para conquistar o que quiser.
Era uma quinta-feira, chegamos às 15h na sede da Universal, um casarão em São Paulo. Na parede da sala de espera, quadros ilustrativos traziam cantores e bandas de sucesso da gravadora. Entre eles, um do NX Zero. A assessora nos pediu paciência, já que os meninos estavam ao telefone falando com um jornalista que parecia não encerrar as perguntas sobre o novo CD, Sete Chaves. Não muito tempo depois, os rapazes desceram as escadas da casa pedindo desculpas pelo atraso. Os cinco sorriam o tempo todo e não paravam de falar. Entre uma resposta e outra, eles mostravam uma afinidade e uma força que deixam claro porque o sonho do grupo está dando tão certo. O restante da conversa da banda com CONTIGO! e mais um vídeo com os bastidores, você confere logo abaixo.
Em menos de sete dias de lançamento, o novo CD de vocês, Sete Chaves, é o mais vendido do Brasil...
(Todos os integrantes da banda começam a gritar, bater palmas e comemorar!)
Como o disco foi elaborado?
Di Ferrero: Foram três meses de preparação. Dois de pré-produção e um de gravação.
Gee Rocha: Tudo começou lá em casa, mas nunca é fácil, né? Uma música boa é difícil de fazer. Então vamos aos poucos, o Di vai lá em casa, fazemos a letra juntos e por aí vai...
Di: Depois a gente leva tudo pro estúdio e a salada começa!
(todos riem)
Deste CD, qual é a música preferida de vocês?
Di: Cada um tem a sua música preferida de acordo com o momento, a minha mudou muito. Agora eu gosto mais de Só Rezo, a primeira do CD.
Daniel Weskler: Mas você falou que era Zerar e Recomeçar, agora pouco.
Di: Então, mas o momento já mudou! (risos)
Daniel: A minha é Insubstituível!
Filipe Ricardo: No momento anterior era Sem Saída, agora é Zerar e Recomeçar.
Gee Rocha: Só Rezo.
Caco Grandido: Só Rezo também.
Por que o CD chama Sete Chaves?
Di: Estávamos muito mais unidos, inclusive com o nosso produtor, o Ricky Bonadio, pra fazermos tudo, pensar cada conceito, capa, sequência, clima. É como se fosse um segredo que a gente queria falar, mas a gente gravou em vez de falar.
Gee: Até quem não gosta, fala: ''Caraca, vocês fizeram um disco bonito, um som bonito, de bom gosto!''
(todos comemoram e batem palmas)
O Di falou no Twitter que esse é o melhor CD da carreira de vocês, é verdade?
Di: Esse é o melhor porque a gente está muito feliz com o resultado. Estamos satisfeitos e os fãs também estão muito felizes com o que a gente fez, todo mundo que nos acompanha pirou e falou: ''Caramba vocês pegaram um pouco de todas as épocas e colocaram aí''. Quem não gostava antes, não sei exatamente por qual motivo, está gostando mais deste. Isso é muito louco, muito bom, por isso eu falei que é o melhor, porque é o que deixou a gente mais satisfeito.
O disco está mais rock ou é impressão minha?
Daniel: A sonoridade dele está mais agressiva. Como os arranjos já estavam bem-definidos, a hora que o rec foi colocado, a gente só se preocupou com a timbragem das coisas. Então, eu sinto que ele está um pouco mais visceral, mais orgânico, e aí você consegue sentir as nuances de todos os instrumentos, fica mais cheio. É um lance de rock mesmo, as guitarras são mais altas, a voz fica um pouco mais baixa.
Di: E não foi nada que a gente pediu, foi muito natural, não nos prendemos a nada. Acho que por isso a parada está tão sincera.
Acho que o CD está bem-resolvido.
Di: Isso aí, gostei!
Daniel: Essa definição foi ótima.
Fi: Eu diria que está mais bem-resolvido (risos). Coloca aí só pra pensarem que foi a gente que falou!
(todos riem)
Vocês mesmos que postam no Twitter do NX Zero?
Di: Sim. A gente tem o oficial (@nxzerooficial), em que falamos para o presidente do nosso fã-clube, que viaja com a gente pra todo lugar, para ir colocando. Mas nas nossas contas pessoais a gente posta sempre. Agora mesmo eu estava colocando que a gente iria dar uma entrevista. Uma coisa legal foi que antes de o CD sair, nós falamos: ''Olha galera, daqui a uma hora a gente vai falar o nome do CD novo.'' Aí, quando falamos, sabe aquele trending topics? (medição de tópicos mais comentados no Twitter). Então, o nome do nosso disco ficou lá em segundo lugar durante umas cinco, seis horas!
(as contas pessoais dos integrantes são @caco_grandino, @ferrerodi, @geerocha, @ _filipe_fi, @daniel_weksler)
Os clipes de vocês são muito bons, bem produzidos...
Di: Obrigado, tirando Razões e Emoções, né?
(todos riem)
Gee: A gente está preparando o clipe da música Espero a Minha Vez, queremos fazer o melhor de todos.
Daniel: Estamos conversando com o Oscar Rodrigues que já fez muita coisa pros Titãs, fez o último do Lenine, que ficou lindo, estamos tendo umas ideias muito boas!
Vocês sempre participam da pré-produção?
Di: Depois de Razões e Emoções, sim! (risos)
Vocês não gostam mesmo dele, né?
Caco: A gente nunca gostou (risos). Vamos falar a verdade, gente! (risos). Eu acho aquele clipe horrível!
Di: Eu acho que o clipe é muito novo pra nossa época, ninguém entendeu (risos).
Gee: Eu já acho que faltou uma finalização, o clipe ia ficar bom, mas não ficou.
Di: Mais uma vez conversamos com o pessoal do Skank e falamos que tínhamos um clipe que não gostávamos e eles disseram que toda banda tem um.
Caco: O mais engraçado é que não tínhamos visto antes, porque falaram pra gente: a estreia do clipe vai acontecer em um programa da MTV, ao vivo, vocês só vão ver na hora. Aí você imagina, quando passou ao vivo, a expressão de todos nós era: ''O que está acontecendo?''
Gee: Foi falta de comunicação.
Vocês têm um estilo definido?
Caco: Rock pop psicodélico punk e ska! (risos)
Di: A gente já tentou definir, mas hoje acho que conseguimos um espaço muito legal em que o pessoal ouve o começo de uma música nossa e já sabe que é NX Zero.
Perguntei isso pro Fresno e pergunto a vocês: há rivalidade entre bandas?
Di: Há entre os fãs de bandas e entres os próprios fãs do NX Zero.
Caco: De uns tempos pra cá, a galera começou a encarar banda como time de futebol, levantam a bandeira. Nos Estados Unidos, isso é diferente, se o cara gosta de uma banda de rock, ele gosta de mais oito do mesmo segmento.
Gee: O que o Caco quer dizer é: ''não briguem!'' (risos)
Vocês já se assustaram com o assédio dos fãs?
Di: Várias vezes. Você precisa ver como é terminar o show e ficar dentro da van e ver a galera batendo. Quase vira a parada toda! (risos)
Daniel: Assustador...
Como é viver de música?
Daniel: É maravilhoso, incrível, estupendo! (risos) Por mais que a banda acabe um dia, nos vejo tocando no porão de uma casa.
Caco: Somos muito novos! Assinamos contrato quando estávamos com 18 anos, hoje temos 23. Por isso, ainda tem muito chão. Se conquistamos tudo isso até agora, imagina quando chegarmos aos 30.
Vocês querem gravar outro DVD?
Di: Pra falar a verdade já estamos captando imagens de bastidores como agora.
(o grupo estava com uma câmera fotográfica no momento da entrevista)
Gee: Por falar nisso, vocês autorizam a utilização da imagem de vocês? (risos)
Os pais sempre apoiaram a decisão de vocês de serem músicos?
Daniel: Mais ou menos. Quando eu larguei a faculdade, minha mãe me disse: ''Tomara que você seja muito bom no que está fazendo pra largar a faculdade''.
E o que não fazem mais por falta de tempo?
Di: A primeira coisa é dormir. A segunda é não ver alguns amigos que a gente gosta de ver e tem muita saudade.
E vocês conseguem sair nas horas vagas? Baladinhas, barzinhos...
Caco: Até nos momentos vagos, ficamos juntos. Nos reunimos um na casa do outro e ficamos por lá.
Gee: É, não aguento mais (risos).
Todos namoram?
Todos: Todos!
Que sem graça para as fãs...
Gee: Mas quando éramos solteiros já rolou de ficar com fã...
Vocês já realizaram o sonho de vocês, como banda?
Di: Queremos tocar no mundo inteiro e isso já está virando realidade. Temos fãs no Chile, no México e queremos conquistar cada vez mais. O nosso sonho é tocar fora do país e cantar em outras línguas.
Gee: Mas olha, chegar no terceiro disco é uma vitória! Não é fácil!
Di: É mesmo! Conseguir chegar no terceiro e se reinventar é um sonho mesmo!
Confira o making of da entrevista:
- Veja as fotos aqui.
Fonte: Contigo
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
@ NX Zero e Fresno são destaques de Festival Roqueiro
/Fonte: R7
sábado, 14 de novembro de 2009
@ NX Zero superexpõe seu pop rock no 3º CD
A posição do baterista mostra como o grupo tenta consolidar sua marca na cena nacional. O pop rock do NX Zero contracena hoje com música sertaneja e pagode em shows em feiras agropecuárias e festivais mais populares. No novo CD, o estilo do grupo fica superexposto da mesma forma. Das 14 faixas, ao menos seis poderiam entrar na programação de qualquer rádio, mesmo que ouvidos mais apurados denunciem que o disco não vale tanto o investimento. Sem novidades, as canções poderiam estar em um dos dois CDs anteriores.
"Sempre tentamos manter uma certa postura meio natural em relação ao trabalho. Não pensamos em agradar. De todo o material que compomos, o que nos agrada fica na edição final', diz Weksler.
"O que procuramos foi ouvir discos clássicos de Green Day e Foo Fighters para tirar ideias sobre timbres e a sonoridade de uma forma geral", conta o músico.
Apesar de a banda tocar ao vivo constantemente, os shows de lançamento de Sete Chaves estão previstos para março. "Com novo cenário", avisa Dani.
Fonte: Destak Jornal
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
@ "Eles são víciados no Twitter".
Aqui na coluna Emplacou a sugestão da Silmara foi aceita. Nós conversamos com o baixista da banda, Conrado Grandino, sobre a relação deles com os fãs e com a internet. Ele revelou que o NxZero fica conectado mesmo quando está na estrada e que coloca a mão na massa para atualizar o conteúdo na web.
Pelo site oficial, dá para perceber que o NxZero está conectado: tem fotolog, orkut e myspace. Da onde nasceu a necessidade de estar em tantas frentes na web?
Isso vem desde a época em que éramos uma banda independente, pois como não tínhamos estrutura - e muito menos grana - achamos na internet várias maneiras de divulgar nossos shows e disponibilizar nossas músicas. Com o passar do tempo, essa ferramenta mostrou-se fundamental no nosso trabalho e no de outras bandas. Inclusive, quando escolhemos o nome do nosso último CD, o Sete Chaves, colocamos na mesma hora no twitter, e acabou ficando em segundo lugar no Trending Topics mundial, que mede os assuntos mais comentados no site no mundo inteiro. Através da internet, mantemos nossos fãs sempre atualizados em relação ao que estamos fazendo. Assim, eles se sentem muito mais próximos de nós e nós deles!
Como funciona a atualização de todo esse conteúdo?
A gente mesmo que atualiza tudo isso! Às vezes, temos a ajuda do presidente do nosso fã-clube oficial, que dá uma força sempre que estamos ocupados. Mas gostamos muito de colocar a mão na massa. Tanto que cada um tem o seu twitter individual, além do da banda. Isso acaba se tornando um vício! Passamos o dia inteiro atualizando nossos perfis. Quando estamos na estrada, atualizamos tudo pelo celular. E sempre tem alguém que leva um notebook!
Em uma votação pela internet, o CD Agora foi eleito o melhor do ano. Ser um fenômeno na web significa ter sucesso na ‘vida real'?
Acho que sim. A internet deu a possibilidade de o público escolher os artistas que mais se destacaram ao longo do ano. Os fãs que votam são os mesmos que compram os discos e que lotam os shows.
Qual a posição do NxZero em relação à pirataria virtual? Como sobreviver nesse novo modelo da indústria fonográfica?
É complicado dizer, já que o NxZero nasceu na internet. Ao mesmo tempo, mesmo quando éramos independentes, já tínhamos nosso disco lançado por um selo. Sabemos o quanto é importante para o artista vender discos. É dessa forma que as gravadoras sobrevivem. É com esse dinheiro que elas lançam novas bandas, produzem os clipes, entre outras coisas. Mas sabemos que a mentalidade da galera está mudando em relação a isso. Nossos fãs compram nossos discos sabendo que estão ajudando a banda. Eles compram nossos discos porque querem que a gente continue o trabalho. Isso acontece pela proximidade que temos com eles. É muito mais importante a conscientização do público do que algum tipo de punição.




